Israel e a Luta com o Infinito
O Paradoxo do Vazio
Nas mãos de quem compra o que é sagrado,
O sistema ergue templos de metal e cifrão,
Vendem o nome, o rótulo, o mercado,
Mas o espírito… esse não tem preço, nem mão.
Não me prendo ao som que a língua traduz,
Yeshua ou Jesus, cada povo tem seu tom,
Eles compram a marca, mas não a luz,
O Messias é essência, o Messias é o dom.
O que o mundo despreza e joga ao relento,
O que o sistema imundo não quer investir,
É lá que Deus sopra o Seu maior alento,
No vazio profundo, onde a luz vai surgir.
“Dê-me o mais perdido”, pediu o Criador,
O povo sem pátria, sem crédito, sem chão,
E do nada fez tudo, com braço e amor,
Uma nação gigante na palma da mão.
Israel, que luta com o Próprio Infinito,
Achou que a glória era mérito seu,
Mas o máximo do homem é apenas um grito,
Diante do silêncio sagrado de Deus.
Carregados no colo, quiseram andar sós,
Trocaram a essência pelo brilho do ego,
E no paradoxo que ecoa em nós,
O orgulho é a ponte que deixa o homem cego.
Mas no abismo da alma, na dor e no nada,
Jesus renasce onde a sanidade se faz,
A luz atravessa a noite gelada,
E traz de volta a vida, a verdade e a paz.
Muito lindo! Luz p’ra nós!
Compartilhando!
Amém.
Deus tem o poder transformador